O Brasil ocupa a 53ª posição no Índice de Proficiência em Inglês da EF, de 2020. Isso significa um baixo nível de inglês. Com a pontuação 490, nosso país fica atrás da República Dominicana (499), de Honduras (498), da Índia (496), e da Armênia (494). Estamos também atrás de quase todos os países europeus e de alguns colegas latino-americanos, como a Argentina.

Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo são as únicas cidades que estão na faixa de proficiência moderada. Mesmo assim, comparando com a pesquisa anterior da EF, caímos 12 posições, o pior resultado dos últimos cinco anos.

Ao mesmo tempo, temos milhares de escolas de inglês espalhadas pelo país. Como justificar, então, um nível de inglês tão ruim?

Por que o Brasil tem um nível de inglês tão ruim?

O índice da EF é otimista em relação à América Latina como um todo. Dos 19 países pesquisados, 12 deles melhoraram sua proficiência em inglês entre 2018 e 2019. Alguns de forma bastante significativa, e o motivo foi o investimento na formação de professores.

No entanto, o Brasil não melhorou. Pelo contrário, caímos algumas posições. E existem alguns motivos que justificam porque o país tem um nível de inglês tão ruim. 

Porque não considera o inglês como competência básica

Um dos motivos que justifica o nível de inglês ruim no Brasil é a importância dada para o idioma. Ainda que tenhamos o ensino em algumas escolas, a qualidade não parece ser importante para os gestores ou para os governos.

Na visão de Luciano Timm, vice-presidente de relações acadêmicas da EF na América Latina, não temos o entendimento de que o inglês é uma competência tão básica quanto português e matemática.

E se o país não prioriza o ensino de inglês, é natural que algumas atividades também não sejam consideradas tão importantes. A descontinuidade de algumas iniciativas, que levavam estudantes brasileiros para o exterior ou disseminavam o idioma, também contribui para o “desprestígio” do inglês. Era o caso do Ciência sem Fronteiras e do Idiomas sem Fronteiras. 

As consequências de um baixo nível de inglês refletem em inúmeros campos. As grandes pesquisas globais são escritas em inglês. Além da área de pesquisa, a área de inovação e descoberta de novas tecnologias também se baseia no idioma.

Se a fluência em inglês não for parte fundamental, é impossível educar estudantes. O resultado é a desconexão com o restante do mundo e a maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho.

Em outras palavras, enquanto considerarmos o inglês uma “matéria” secundárias nas escolas e na sociedade, permaneceremos pouco competitivos em termos globais. 

Porque aprender inglês é relativo

Aprender inglês é apenas ofertar a disciplina na escola ou fazer um curso em escola de idiomas? Certamente não. Para que um estudante seja fluente em inglês, a qualidade do ensino deve ser boa. 

Nas escolas públicas e privadas de educação básica, o inglês consta na grade de disciplinas. Mas as aulas não são suficientes para aprender o idioma de fato.

E o motivo remonta à primeira justificativa que pontuamos: o ensino de inglês ainda é considerado uma uma disciplina secundária. Não é visto como de suma importância pelos gestores escolares.

No mesmo sentido, muitos pais acreditaram que o contato dos filhos com o inglês na escola de idiomas seria suficiente. Afinal, eram escolas especializadas no ensino de línguas diversas, com expertise nessa área.

Além disso, o que dizer dos anúncios que promete inglês fluente em poucas semanas? Essas fórmulas milagrosas vendem um produto inatingível, porque se sabe que aprender uma língua estrangeira leva tempo e dedicação.

O problema comum de todas essas situações é considerar o aprendizado de inglês como algo objetivo. Porém, aprender inglês é relativo. Não existe uma fórmula pronta que garanta a eficiência de um aprendizado, porque ele depende de muitos fatores. O envolvimento do aluno e o método de ensino são dois deles.

Porque existem escolas com métodos ruins

Imagine um cenário ideal em que as milhares de escolas de inglês espalhadas pelo Brasil possuíssem um bom método de ensino. Será que teríamos um nível de inglês tão ruim? Talvez sim, porque o próprio aluno tem grande parcela de responsabilidade em seu aprendizado. Mas certamente os números não seriam tão ruins.

Muitos métodos milagrosos são vendidos na internet. Eles podem até ensinar algo do idioma, mas é efetivo? O aluno consegue aprender as construções gramaticais corretas? Consegue ter um reading e um listening eficientes? A provável resposta é não.

Da mesma forma, as escolas têm o desafio de realizar uma boa gestão do conhecimento para que os alunos aprendam de fato o inglês. Professores experientes e qualificados são a base dessa gestão, mas devem ter certificação de proficiência e de ensino de inglês, estarem atualizados e terem experiência com a faixa etária à qual ensinam.

São inúmeros os desafios. A forma como somos ensinados é fundamental no aprendizado. Há cursos que utilizam metodologias ultrapassadas, que focam na formação de professores de inglês, mas não de comunicadores.

E como os pais podem avaliar os métodos de uma escola de inglês para combater essas deficiências? Veja alguns exemplos do que buscar:

  • Escolas preocupadas em ter professores com as melhores práticas do mercado quando o assunto é ensino eficaz do idioma;

  • Escolas que oferecem aos professores caminhos para aprimorar e atualizar sua própria proficiência em inglês;

  • Escolas que proporcionam aos alunos oportunidades para falar inglês em atividades fora das salas de aula;

  • Escolas que ensinam inglês com base em uma metodologia personalizada e de comunicação.

Porque não praticamos o idioma

Durante a escola, aprendemos análise combinatória, geometria analítica, reações químicas e leis da física. Se fazemos um curso superior que não aborda nenhum desses pontos, como os cursos de ciências humanas, a chance de lembrarmos esses conteúdos com o tempo é muito baixa.

O mesmo ocorre com as línguas estrangeiras. Nosso nível de inglês cai na medida em que não praticamos o idioma.

Podemos encontrar muitos adultos que fizeram o curso quando mais jovens e realizaram exames para ter certificações. Mas é grande o número de pessoas que, devido à falta de contato com o inglês, se sentem inseguras para falar em inglês. E isso é bastante natural, porque a prática constante é o que leva à fluência.

Como manter um bom nível de inglês?

Um bom nível de inglês pode ser conquistado corrigindo as distorções que acabamos de apontar. Isso é fundamental para que estudantes e trabalhadores aproveitem as oportunidades globais que surgem no decorrer dos anos. O mercado de trabalho atual já considera a fluência em inglês como requisito básico. O futuro não será diferente.

Por isso, os estudantes devem investir em práticas que os auxiliem a manter um bom nível de inglês. Isso significa contato constante com a língua, escola de idiomas com metodologias eficientes e, claro, dedicação.

Manter contato constante com o idioma

O que você faz, no seu dia a dia, para manter contato constante com o inglês? Como pontuamos, a falta de prática faz com que nosso nível de inglês caia. Para quem já estudou o idioma, é muito importante fazer atividades simples que trabalhem o idioma. Abaixo, listamos algumas delas:

  • Estudar um pouco todos os dias, de alguma maneira, como utilizar palavras e expressões em inglês, ou pensar uma situação em inglês;

  • Utilizar aplicativos, como Duolingo, para ter contato com o idioma de alguma maneira, de forma leve;

  • Caso tenha filhos estudando inglês, proponha brincadeiras no idioma;

  • Escutar músicas no idioma e cantar em voz alta;

  • Assistir a séries, filmes e noticiários em inglês;

  • Ler livros em inglês, inclusive em voz alta; 

Já para aqueles que estão aprendendo o idioma em uma escola, o contato constante melhora o nível de inglês, pois estimula o aprendizado. Neste caso, além das dicas acima, podemos mencionar outras:

  • Tenha paciência no aprendizado, porque o caminho é longo, e serão necessárias milhares de horas para ter um bom nível de proficiência;

  • Comemore os pequenos sucessos, como a aprovação em uma certificação;

  • Estuda diariamente, mesmo que por apenas alguns minutos;

  • Defina metas específicas para se manter motivado;

  • Prefira estudar sessões curtas do que horas a fio.

Contar com escolas de métodos confiáveis

Um ponto que influencia no nível de inglês no Brasil é a qualidade das escolas de idiomas. Por isso, é fundamental escolher instituições com métodos confiáveis que atinjam o objetivo final: proficiência em inglês.

Mais uma vez, desconfie de métodos milagrosos que prometem inglês em poucas semanas. Eles podem até ajudá-lo a ter algum conhecimento na língua estrangeira, mas não solucionarão a questão.

Além disso, é preciso pensar qual seu objetivo com o aprendizado do idioma. Se você deseja aprimorar o inglês corporativo, deve buscar escolas que oferecem Business English.

Em qualquer caso, a ideia principal é buscar uma escola de idiomas que ofereça métodos de ensino baseados em personalização. Isso significa considerar as necessidades dos alunos para que o aprendizado seja eficiente.

Se você deseja viajar para países de língua inglesa, é interessante pontuar isso aos professores para que o ensino seja adequado. Neste segundo caso, eles trabalham vocabulário específico das situações típicas de viagens, como reservas de hotel e pedidos por informações.

O melhor método de ensino é o atende às suas necessidades. É assim que trabalha o Centro Britânico, por exemplo.

Método de ensino do Centro Britânico

O Centro Britânico trabalha com um método de ensino focado em personalização. O curso é voltado para um inglês fluente conforme o perfil e a motivação de cada aluno. Com o aprendizado individualizado, é possível garantir a eficiência do método.

Para tanto, o Centro Britânico se baseia em 4 pilares. O primeiro são as áreas de interesse do aluno, o que aumenta o engajamento e a dedicação do estudante. O segundo é o objetivo do aluno, que é diverso, e cada um deve ter uma abordagem específica.

O terceiro pilar é a forma que o aluno gosta de aprender, como vídeos, livros, aplicativos. Assim, ele consegue se desenvolver da melhor maneira. E, por fim, o nível linguístico, que promove maior adequação do ensino conforme o ritmo de aprendizado de cada estudante.

Realizar cursos rápidos de conversação e atualização

Combater um nível de inglês ruim não é tão difícil para quem já fez cursos no idioma. Muitas pessoas estão enferrujadas devido à falta de contato com a língua.

Como dissemos, isso é extremamente comum. Afinal, não viajamos a todo o momento para países de língua inglesa, não vemos programas de TV e filme no idioma, dentre outras práticas que aumentam nosso contato com o idioma.

Com o tempo, o ex-estudante fica com medo de falar em público, porque possivelmente sua pronúncia piorou. Ou fica com preguiça de ler livros em inglês, porque já se esqueceu de algumas questões gramaticais. Mas é bastante fácil não ficar apavorado e retomar a confiança. Existem escolas com cursos rápidos de conversação e atualização.

No Centro Britânico, por exemplo, há cursos especiais, que atendem a propósitos específicos. 

O curso “Hello Brazil!”, por exemplo, trabalha diálogos utilizados no cotidiano de funcionários e clientes que se relacionam nas grandes redes do varejo brasileiro. O curso “Aviation” é específico para atender às necessidades da Aviação, perfeito para aspirantes a pilotos e comissários de bordo, pois simula a prática real dos profissionais da área.

Existe, ainda, o curso “Telephone”, para quem costuma fazer muitas ligações internacionais e tem a necessidade de desenvolver a conversação via telefone. Há, em sentido semelhante, o curso “Presentation”, ideal para quem realiza palestras e apresentações no idioma e tem foco em aprimorar vocabulário e fluência.

Para o mundo corporativo, o Centro Britânico tem o Business English. E para quem deseja bater papo em inglês e retomar o speaking, o mais indicado é o “English Club”.

Seja onde for, é possível encontrar excelentes escolas de idioma que trabalham cursos rápidos e específicos. Dessa forma, você mantém seu nível de inglês sempre satisfatório, atendendo às suas necessidades.

 

Muitos brasileiros dizem ter cursos de inglês, mas poucos têm fluência. Esse baixo nível de inglês pode ser justificado de várias formas, como falta de prática e métodos ineficientes. Para driblar isso, o estudante deve fazer sua parte e buscar ter contato constante com o idioma, o que pode ocorrer de diversas maneiras.

A principal delas é ter o apoio de uma escola de idiomas com método eficiente e personalizado. Essas instituições, além de considerar o perfil e objetivo do aluno no estudo de inglês, possuem professores qualificados em gerenciar o conhecimento. Mas, mais do que isso, oferecem ferramentas que realmente levam o aluno a um alto nível de inglês. 

Se você deseja ter alto nível de proficiência, conheça o método do Centro Britânico!

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