Pais bem-sucedidos podem levar a filhos bem-sucedidos. As crianças aprendem bastante pelo exemplo, e quando veem suas maiores referências conquistando objetivos certamente se inspiram. Mas isso não é uma garantia. Afinal, cada pessoa desenvolve sua personalidade de uma maneira. Por isso, o trabalho dos pais em formar filhos bem-sucedidos deve ir além do exemplo.

Existem muitas ações que podem levar ao sucesso dos filhos, e a chave de tudo é a preparação. Ela começa ainda na infância e envolve habilidades sociais e emocionais, aliadas a uma educação global.

Quer saber como contribuir para que seus filhos sejam bem-sucedidos? Acompanhe!

Maternidade e paternidade consciente

Para ter filhos bem-sucedidos, os pais devem exercer uma maternidade e uma paternidade conscientes. Isso significa olhar para a criança e para o adolescente como um indivíduo único, em constante aprendizado e desenvolvimento, que ainda precisa de orientação.

Quando os pais são bem-sucedidos e conhecem o caminho que pode levar ao sucesso, isso pode ser mais fácil. Não necessariamente será, porque, como pontuamos, cada um de nós tem uma personalidade. Mas é um grande incentivo.

E como exercer maternidade e paternidade consciente? Com uma boa relação familiar, com o desenvolvimento de habilidades sociais e muito mais. Veja a seguir!

Manter uma boa relação familiar

Uma chave para ter filhos bem-sucedidos é ter um relação familiar harmoniosa.

Conviver em famílias tranquilas, que conseguem dialogar sobre as diferenças, é fundamental. Um estudo da Universidade de Illinois confirma que é melhor viver somente com um pai ou uma mãe sem constante tensão do que se desenvolver em famílias biparentais conflituosas.

Em outras palavras, crianças que crescem com afeto e respeito no ambiente familiar têm melhor desempenho acadêmico e relacionamentos mais saudáveis quando adultos. A boa relação familiar tem como consequência retornos positivos a longo prazo.

Por isso, valorize sempre o diálogo e o respeito dentro de casa para ter filhos bem-sucedidos.

Valorizar a cidadania e a solidariedade

Cidadania e solidariedade são essenciais para a vida em sociedade.

Quando os adultos possuem tais “valores” e os transmitem para as crianças, é maior a chance de ter filhos bem-sucedidos. Mais uma vez, o exemplo aqui é a melhor saída, pois a criança desenvolve seu caráter e sua personalidade com base nesses conceitos.

Jogar lixo no lixo, evitar grosserias e hábitos nocivos, ensinar a compartilhar e a ajudar quem está em dificuldade. Todas essas práticas ajudam a desenvolver a cidadania e a solidariedade nas crianças.

Felizmente, também ajudam a formar profissionais mais colaborativos, dedicados, com bom trabalho em grupo.

Ou seja, pessoas que têm tudo nas mãos para ser bem-sucedidas.

Ajudá-los a desenvolver habilidades sociais

Você certamente já percebeu que muitas pessoas de sucesso têm em comum algumas habilidades sociais importantes. A competência delas é diretamente associada com proatividade, cooperação, autoconhecimento, autonomia e outras características.

Por isso, para ter filhos bem-sucedidos, os pais devem ajudá-los a desenvolver essas habilidades importantes. Alguns pontos essenciais são:

  • Honestidade com os outros e consigo mesmo, admitindo os próprios erros e valorizando os acertos, evitando mentiras por medo ou conveniência;

  • Controle sobre os sentimentos e as reações para se tornarem adultos independentes e equilibrados;

  • Tolerância das diferenças, porque temos um mundo essencialmente diverso em muitos aspectos;

  • Respeito pelas pessoas, pela diversidade, pelo meio ambiente e pelas conquistas.

Ensinar os filhos a assumirem a responsabilidade

Filhos bem-sucedidos assumem a responsabilidade pelos seus atos e suas escolhas.

Quanto mais cedo as crianças entenderem isso, melhor. Isso significa que não é possível ter tudo ao mesmo tempo, pois cada escolha implica em uma renúncia.

Não dá pra ter boas notas na escola se todo o tempo é utilizado para se divertir.

Uma eventual recuperação ou reprovação não será “culpa” do professor, mas apenas uma consequências das próprias atitudes. Da mesma forma, trocar horas de sono para ficar no videogame certamente ocasionará um mau desempenho no dia seguinte.

Ensinar os filhos a assumirem a responsabilidade é também a forma com a qual eles aprendem a reconhecer suas falhas. Se houve a reprovação, ele saberá que o mau rendimento foi resultado apenas de suas ações. Isso será fundamental na fase adulta, porque estarão mais preparados para fazer escolhas.

A chance de ter filhos bem-sucedidos é bem maior quando se ensina sobre autorresponsabilidade.

Valorizar o esforço dos filhos

Uma questão interessante no exercício da maternidade/paternidade consciente é a valorização do esforço dos filhos. Pais bem-sucedidos tiveram o reconhecimento de outras pessoas, que os incentivaram a alcançar o sucesso.

Com as crianças e os adolescentes, o pensamento é o mesmo.

A responsabilidade pelos próprios atos, como acabamos de dizer, envolve também os acertos. E, quando eles acontecem, é preciso valorizar o esforço.

Imagine que seu filho abriu mão da hora diária de videogame para estudar uma matéria mais difícil, em que tem mais dificuldade. Em decorrência disso, obteve uma excelente nota na prova.

Isso precisa ser valorizado, porque é uma escolha difícil para uma criança.

Agora imagine que, mesmo assim, ele obteve uma péssima nota e se sentiu frustrado. Qual a saída?

Para Carol Dweck, psicóloga da Universidade de Stanford, é mais interessante adotar uma “mentalidade de crescimento”.

Ela se relaciona ao desafio da situação. Se os pais desenvolvem essa mentalidade, a criança vê o fracasso como um incentivo para o crescimento, não como “evidência de ignorância”. Ela está mais preparada para lidar com erros e imprevistos ao longo da vida.

No sentido oposto, Carol explica a “mentalidade fixa”, que defende que nossa inteligência, caráter e habilidade criativa são dados estáticos imutáveis. O sucesso seria a afirmação dessa inteligência inerente.

Assim, alcançar o sucesso e evitar o fracasso a todo custo é a única forma de manter a sensação de inteligência ou qualificação. Neste caso, basta um erro para o caos se instaurar, porque não se prepara para lidar com ele.

Por isso, independentemente do resultado da ação, valorize o esforço feito pelos seus filhos. Eles desenvolverão uma ideia de sucesso como construção, e não como algo estático. Sem dúvidas, é uma boa forma de ter filhos bem-sucedidos.

Prezar pela educação financeira

É possível contar nos dedos quantos adultos entre 25 e 60 anos que tiveram orientação de seus pais sobre esse tema.

Se você quer ter filhos bem-sucedidos, deve necessariamente ensiná-los a organizar as finanças. Para cada faixa etária, claro, há um método. Crianças muito novas aprendem princípios básicos de associação e operações matemáticas. Mas, a partir dos 6 anos, já é possível pensar em “semanada” ou “mesada” para que a criança tenha contato com seu próprio dinheiro.

Ela aprenderá que dinheiro é um recurso escasso, que é preciso fixar objetivos e poupar para atingi-los. Parece simples, mas fará uma enorme diferença na vida adulta.

Alguns pontos devem ser abordados ao longo da infância e adolescência, como:

  • Poupar dinheiro para investir é uma garantia para o futuro. Você abre mão do recurso no momento atual para tê-lo em maior volume em algum tempo. Pais bem-sucedidos são certamente investidores, e essa lição de investir pode ser transmitida pouco a pouco para os filhos.

  • Organização financeira é o que permite alguém gastar dinheiro de forma inteligente e disciplinada. Gastos excessivos impedem a conquista da independência financeira. O ideal é comprar o necessário e gastar sempre dentro do orçamento.

  • Independência financeira é sinônimo de liberdade. Será possível fazer o que desejar com o tempo. Ensinar os filhos a tê-la como meta é fundamental para que ajam sempre com propósito.

  • Sucesso pessoal e financeiro é uma construção diária, que demanda tempo, trabalho e dedicação. Será preciso abrir mão de certas coisas para atingir outras.

  • Dinheiro e oportunidades são recursos limitados.

Educação global para ter filhos bem-sucedidos

Desenvolver habilidades sociais e emocionais é muito importante para ter filhos bem-sucedidos.

Mas com um mercado de trabalho exigente, a educação formal e extracurricular é essencial. As crianças devem, desde cedo, ser inseridas nas instituições de ensino para desenvolverem seu lado acadêmico.

Acertar na educação de base

Pais bem-sucedidos correram atrás de boa educação.

Há algumas décadas atrás, as escolas públicas de base tinham grande qualidade. As escolas privadas também. Eles se aproveitaram disso, se capacitaram com cursos técnicos e superiores, e se tornaram ótimos profissionais.

Um caminho semelhante deve ser percorrido pelos filhos, considerando as particularidades atuais. Mas fato é que a educação de base é peça-chave no desenvolvimento acadêmico.

As escolas formais ajudam crianças e adolescentes a se desenvolverem em sua completude. A transmissão dos conhecimentos básicos é aliada à função social que as instituições de ensino exercem em nossas vidas. Desde cedo, são responsáveis por incutir em nós o hábito de estudar.

Quando esse hábito tem um propósito específico, aumenta a chance de ter um desempenho positivo no mercado de trabalho. Ou seja, de ter filhos bem-sucedidos.

Por isso, os pais devem ter especial atenção ao escolher a escola onde os filhos estudarão. Qualidade de ensino, metodologia, infraestrutura, localização, grade curricular. Tudo isso deve ser avaliado.

Pensar nas atividades extracurriculares

Seguindo o pensamento da educação global, os pais devem pensar em atividades extracurriculares para ter filhos bem-sucedidos.

Muitas instituições de ensino oferecem uma série de atividades, inclusive dentro de seu projeto pedagógico. Mas nada obsta procurar por escolas especializadas naquela atividade que seu filho deseja.

As atividades extracurriculares são cursos, oficinas e aulas que não integram a Base Curricular Comum.

Elas ampliam a formação dos alunos por meio de práticas interdisciplinares, complementando o aprendizado e ampliando a vivência dos estudantes.

As aulas de inglês são um bom exemplo.

Atualmente, aulas de robótica e programação, além das aulas de artes e esportes, são muito buscadas.

Essas outras fontes de conhecimento contribuem para a formação geral das individualidades, enriquecendo o aprendizado. Filhos bem-sucedidos certamente realizaram atividades extracurriculares, pois elas formam adultos mais participativos e culturalmente desenvolvidos.

Sem falar, é claro, no despertar da criatividade e do talento, na maior visão de mundo, na sociabilização e no desenvolvimento cognitivo, motor e socioafetivo das crianças.

Escolher a escola de inglês certa 

Qual é a escola de inglês certa para ter filhos bem-sucedidos? Temos muitas boas opções no Brasil, felizmente.

As pessoas sabem que ter inglês fluente é uma das habilidades técnicas que passou de diferencial para pré-requisito no mercado de trabalho do futuro. Por isso, para ter filhos bem-sucedidos é primordial aprender o idioma universal.

O cuidado maior ao escolher a escola de inglês é a qualidade e a reputação no mercado. Atualmente, com o boom da internet, há muitos cursos sendo vendidos como inglês avançado. No entanto, os pais devem procurar por cursos que realmente possuem certificações válidas internacionalmente.

O mero termo “avançado” não diz nada.

O importante é ter uma capacitação que permitirá seus filhos ganharem o mundo, seja com intercâmbios ou viagens de trabalho.

Veja alguns pontos a avaliar na hora de encontrar a escola de inglês certa para ter filhos bem-sucedidos:

  • Metodologia: a metodologia da instituição é, a grosso modo, a execução da proposta de ensino da escola. Com diversas maneiras de aprender, é importante que a escola de inglês adote uma abordagem que traga bons resultados aos alunos e os ajudem a atingir seu potencial. No Centro Britânico, por exemplo, há uma individualização do ensino, inclusive quanto aos objetivos e interesses do estudante, para melhor assimilação do conteúdo.

  • Comprometimento com o resultado: uma escola de inglês comprometida com o resultado não tem como prioridade a captação de novos alunos. Ela foca no desempenho dos atuais estudantes, investindo neles com o incentivo ao estudo. Aulas de apoio, premiações, eventos, intercâmbios e simulados para exames de certificação são boas formas.

  • Reputação: uma instituição com boa reputação e tradição no mercado é fundamental. O Centro Britânico, por exemplo, está há 51 anos no mercado, sempre se atualizando com as inovações. Além de ter o respaldo do mercado, acompanhou a evolução tecnológica para transmitir conhecimento de forma moderna, eficiente e diferenciada.

  • Segurança: a escola de inglês deve oferecer segurança para os filhos, de modo que os pais não precisem se preocupar quando deixá-los na instituição. Algumas escolas possuem seguranças que ficam no entorno da escola para garantir isso. Elas também investem em câmeras integradas de segurança e outras tecnologias.

  • Ensino de qualidade: a escola deve ter bom material didático dentro e fora de sala, com livros, apostilas, aulas online e meios multimídia. Acima de tudo, deve ter professores qualificados e certificados, que transmitem segurança aos pais com sua experiência com crianças e reconhecimento no mercado.

Boa relação familiar, cidadania, solidariedade, habilidades sociais, responsabilização, valorização do esforço e educação financeira. Exercer a maternidade/paternidade consciente é uma maneira de ter filhos bem-sucedidos.

No entanto, soma-se a este exercício a educação global dos filhos, a formação da educação institucionalizada. Neste ponto, com um mercado de trabalho tão exigente, é fundamental ser globalizado. E a saída para isso é ter inglês fluente.

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